Dose Semanal #1: Jurassic Park (1993): E o porque deste clássico ainda dar calafrios 30 anos depois
Como Spielberg transformou dinossauros em cinema atemporal e nos lembrou que alguns copos d'água nunca param de tremer!
Como Spielberg transformou dinossauros em cinema atemporal e nos lembrou que alguns copos d'água nunca param de tremer!
Como um professor com medo de cobras se tornou o maior ícone do cinema de ação e nos ensinou que o herói perfeito é, na verdade, deliciosamente imperfeito.
Ela tinha um nome para a lista. Quentin Tarantino reescreveu as regras do cinema de ação com uma saga que é menos sobre matar e mais sobre renascer das cinzas de um amor assassinado.
Na terra dos vivos, ele era um fantasma. No mundo dos mortos, finalmente encontrou seu lugar. Tim Burton nos conduz a uma dança macabra onde a vida é cinzenta e a morte é vibrante, ensinando que às vezes é preciso perder-se para se encontrar.
Como um caderno azul nos ensinou que amar é escolher a mesma pessoa todos os dias, mesmo quando a memória desiste de você.
Dormir nunca mais é seguro. Freddy Krueger brinca com o medo humano. A Hora do Pesadelo nos lembra que os monstros mais terríveis não estão debaixo da cama, estão na nossa mente.
Em um marco histórico para o jornalismo especializado em Pro Wrestling no Brasil, o site House of Wrestling conquistou, em 2018, um reconhecimento inédito.